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6 erros na gestão de estoque que você não pode cometer!
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6 erros na gestão de estoque que você não pode cometer!

6 erros na gestão de estoque que você não pode cometer!

Contabilmente, o estoque é um ativo muito valioso para qualquer negócio no mercado varejista brasileiro e precisa ser muito bem gerido para que realmente gere um lucro satisfatório. Por isso, cometer erros na gestão de estoque, por mais irrelevantes que eles possam parecer, pode ser fatal para uma empresa.

Saber controlar as mercadorias armazenadas com eficiência é essencial para otimizar os custos operacionais e garantir um bom volume de vendas. No entanto, apesar da relevância da área para os resultados do empreendimento, nem sempre ela recebe a devida atenção por parte dos empreendedores do mercado.

Neste post, apresentaremos de maneira direta os 6 principais erros na gestão de estoque que jamais devem ser praticados em uma loja de material de construção. Continue a leitura e confira!

1. Estocar itens em excesso

Deixar de controlar a movimentação dos produtos de uma loja acarreta tanto na falta quanto no excesso de itens em estoque. Se o seu setor de compras não tem as informações precisas sobre o que é necessário adquirir, isso acontece devido à ausência de acompanhamento das quantidades dos produtos e de seu giro de mercadorias.

Observe como uma coisa puxa a outra: essas falhas comprometem os pedidos — toda vez que há demanda e faltam produtos —, elevam os riscos de perdas e desperdícios, acarretam erros no gerenciamento de entregas, além de aumentarem os custos. Por sua vez, tudo isso reflete negativamente no equilíbrio e nos resultados financeiros da empresa.

2. Não ter volume adequado para atender a demanda regular

Do mesmo modo que manter produtos em estoque em excesso é prejudicial para a saúde financeira de um negócio, o contrário também é verdade. Se você se baseia em um histórico bem feito de vendas realizadas em um determinado período, provisionar o volume adequado para atender a demanda regular torna-se uma tarefa muito mais fácil.

Nesse sentido, permitir que os processos da loja sejam executados manualmente, ou por meio de uma planilha de Excel, por exemplo, aumenta bastante o risco de ocorrências indesejadas, com uma grande possibilidade de não obter os registros corretos do passado. Agir assim torna as informações cada vez menos confiáveis e seguras, além de comprometer a produtividade e os resultados.

3. Deixar de integrar setores importantes com um bom sistema

Para executar seu trabalho da maneira mais eficaz possível, os setores de vendas e compras dependem diretamente de todas as informações geradas pelo setor de estoque. Cometer os erros de não investir no compartilhamento dessas informações e não integrar essas áreas, pode significar assinar, definitivamente, a carta de falência de uma loja de material de construção.

A boa notícia é que isso pode ser facilmente solucionado com uma comunicação mais fluida, com o compartilhamento de informações em tempo real e por meio do investimento em um sistema de gestão integrado, que promova a troca de referências e automatize todos os processos inerentes à rotina desse tipo de negócio.

4. Manter as informações do estoque desatualizadas

Acontece com mais frequência do que podemos imaginar, com o intenso fluxo de entradas e saídas de mercadorias e com a correria do dia a dia, usarmos a famosa frase “mais tarde eu registro”. Esse é um dos erros na gestão de estoque que podem acabar de vez com um negócio, simplesmente porque não é confiável contar com a nossa memória e, assim, esses importantes registros podem cair no esquecimento.

A consequência desses furos no estoque são as piores possíveis para uma loja de material de construção. Afinal, registros incompletos ou informações desatualizadas são bastante danosas não só para a gestão de estoque como também para a parte fiscal, em função de falhas, ou até mesmo de faltas de emissão de notas fiscais.

Para superar desafios como esse, a adoção de um sistema integrado com os demais setores, principalmente o setor comercial com o de compras, serve para manter as informações constantemente atualizadas e facilitar todo o processo. Isso quer dizer que qualquer tipo de mudança — seja na descrição de um produto, seja em um código, em uma data de aquisição ou no preço — deve ser devida e imediatamente registrada.

5. Esquecer de controlar efetivamente a validade dos produtos

Você pode até alegar que material de construção é uma modalidade de produtos do varejo que demora para perder a validade. Contudo, se não houver um controle rigoroso desse aspecto, sua loja pode perder muito dinheiro com isso. Estoque parado é sinônimo de prejuízo financeiro, até porque um negócio não pode se dar ao luxo de ter capital empatado em seus armazéns.

Com um controle efetivo da validade de mercadorias paradas por meio de um sistema de gestão, é possível estimular os clientes a comprá-las com mais propriedade, fazer promoções desses produtos e, assim, girar adequadamente o estoque. Em tempos de crise, recorrer a estratégias desse tipo não é apenas algo importante, é também algo necessário.

6. Ter um cadastro de itens sem padrão

Em casos de empresas sem um padrão definido para o registro dos materiais, há uma chance enorme de um mesmo item ser cadastrado com descrições e códigos diferentes. Isso prejudica tanto o controle por parte do vendedor — que dificilmente saberá se determinado produto está apenas cadastrado de maneira errada ou se realmente aquilo está indisponível — quanto aumenta os riscos de haver furos de estoque.

Solucionar esse problema é muito simples: basta optar por uma forma padrão na hora de criar descrições e códigos, além de recorrer a apenas uma descrição e somente um código para cada tipo de mercadoria.

Por fim, tenha em mente que um bom ERP é capaz de aumentar a eficiência da gestão, mitigar todas essas falhas e erros na gestão de estoque e até mesmo de proporcionar meios sólidos de otimizar os lucros em uma loja de material de construção.

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